Até ao fim há sempre campeonato!
B.
domingo, 12 de maio de 2013
quinta-feira, 9 de maio de 2013
Maria
Sendo eu uma apaixonada pela poesia portuguesa, resolvi adquirir um exemplar da "Poesia reunida" de Maria do Rosário Pedreira. Nunca tinha lido nada desta escritora. E confesso-me apaixonada pelas suas palavras!
O livro não é facil, e a sua poesia martela de forma profunda em temas que são inevitáveis de contornar - o amor, ou melhor o "desamor", as ausências, a morte e as partidas; A casa vazia, desprovida de luz e o silêncio ensurdecedor que invade e engole o soluço. Vale a pena espreitar!
Para quem nada conhece de Maria do Rosário Pedreira, aqui fica um dos meus poemas preferidos:
Não tenho planos, nem promessas, nem
M.
O livro não é facil, e a sua poesia martela de forma profunda em temas que são inevitáveis de contornar - o amor, ou melhor o "desamor", as ausências, a morte e as partidas; A casa vazia, desprovida de luz e o silêncio ensurdecedor que invade e engole o soluço. Vale a pena espreitar!
Para quem nada conhece de Maria do Rosário Pedreira, aqui fica um dos meus poemas preferidos:
Não tenho planos, nem promessas, nem
filhos que nos convidem para almoços
de domingo - a minha ideia de família
resume-se a um retrato velho preso numa
gaveta; e o amor possível sei tão-só
o que li nos romances que me salvaram
da desordem quando o meu tempo
andava de ferida em cicatriz. Mas guardo
ainda muitos por estrear para essa estante
que ergueste no corredor como uma casa
nova. E trago portas abertas no coração:
se ainda não sabias, és muito bem-vindo.
M.
terça-feira, 7 de maio de 2013
É um facto...
...(ainda bem que me conheces muito bem e que a cada dia que passa, mais me descobres)
Começo a perder a minha capacidade de resistência e paciência e um dia destes... um dia destes... em breve muito em breve...vou correr ao som da música que me dá coragem e energia para ficar para sempre ao teu lado, Amor... sim quero estar e permanecer sempre ao teu lado.
Obrigada pela presença constante, mesmo que fisicamente ausente sinto-te com todos os meus sentidos.
Ainda bem que o tempo está a chegar... Não poderias ter escolhido música mais adequada a este momento.
Beijo(S)
sabes...
ADORO SER CONTIGO!
p.s Posso encomendar-te o meu rapto?
p.s2 Imagina tu são 4.34 e estou com energia adicional, I'm dancing... Dance with me?
B.
Começo a perder a minha capacidade de resistência e paciência e um dia destes... um dia destes... em breve muito em breve...vou correr ao som da música que me dá coragem e energia para ficar para sempre ao teu lado, Amor... sim quero estar e permanecer sempre ao teu lado.
Obrigada pela presença constante, mesmo que fisicamente ausente sinto-te com todos os meus sentidos.
Ainda bem que o tempo está a chegar... Não poderias ter escolhido música mais adequada a este momento.
Beijo(S)
sabes...
ADORO SER CONTIGO!
p.s Posso encomendar-te o meu rapto?
p.s2 Imagina tu são 4.34 e estou com energia adicional, I'm dancing... Dance with me?
B.
segunda-feira, 6 de maio de 2013
sábado, 4 de maio de 2013
ausência assanhada
Há certas ausências, a tua, em especial que me destroem aos poucos e transformam a candura da minha vida numa presente amargura.
Quero com isto dizer que ainda que o dia estivesse quente e o vento não soprasse, os instantes que hoje vivi, poderiam ter sido diferentes, mais coloridos e com mais sorrisos.
Vivo emoldurada entre o espaço de mar e o naco de terra, sem perspectivas de partilhar a vida a teu lado. Esta ausência assanhada que insiste em corroer-me, limita-me os meus voos rasantes sobre aquilo que quero ser contigo, a teu lado!
Por isso hoje fui colher flores para estar mais perto de ti...
M.
Quero com isto dizer que ainda que o dia estivesse quente e o vento não soprasse, os instantes que hoje vivi, poderiam ter sido diferentes, mais coloridos e com mais sorrisos.
Vivo emoldurada entre o espaço de mar e o naco de terra, sem perspectivas de partilhar a vida a teu lado. Esta ausência assanhada que insiste em corroer-me, limita-me os meus voos rasantes sobre aquilo que quero ser contigo, a teu lado!
Por isso hoje fui colher flores para estar mais perto de ti...
M.
Não Posso Adiar o Amor (António Ramos Rosa)
Não posso adiar o amor para outro século
não posso
ainda que o grito sufoque na garganta
ainda que o ódio estale e crepite e arda
sob as montanhas cinzentas
e montanhas cinzentas
Não posso adiar este braço
que é uma arma de dois gumes
amor e ódio
Não posso adiar
ainda que a noite pese séculos sobre as costas
e a aurora indecisa demore
não posso adiar para outro século a minha vida
nem o meu amor
nem o meu grito de libertação
Não posso adiar o coração. António Ramos Rosa
B.
domingo, 28 de abril de 2013
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