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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Procura-se

TRABALHO INTERESSANTE
                      COM PESSOAS INTERESSANTES
                                                         PERTO DO MEU AMOR


B.

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Queria ser...

Cada dia que passa menos me apetece trabalhar onde trabalho. Apetecia-me fazer o que nunca fiz e procurar algo que me faça feliz.
Um dia destes vou ser:

Guardadora de Árvores

(by Ana Ventura)

ou de Pássaros



ou de Bolotas



ou então fico apenas a ouvir música e ao lado d@s verdadeir@s amig@s...
Apetecia-me tanto!!!!!!!!!



B.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Amo como ama o Amor (Pessoa)

"Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?" Fernando Pessoa

B.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Pensamento do Dia (Carlos Drumond Andrade)

"A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade."

sábado, 28 de dezembro de 2013

No ano passado (Mário Quintana)

“No ano passado... Já repararam como é bom dizer "o ano passado"? É como quem já tivesse atravessado um rio, deixando tudo na outra margem...Tudo sim, tudo mesmo! Porque, embora nesse "tudo" se incluam algumas ilusões, a alma está leve, livre, numa extraordinária sensação de alívio, como só se poderiam sentir as almas desencarnadas. Mas no ano passado, como eu ia dizendo, ou mais precisamente, no último dia do ano passado deparei com um despacho da Associeted Press em que, depois de anunciado como se comemoraria nos diversos países da Europa a chegada do Ano Novo, informava-se o seguinte, que bem merece um parágrafo à parte:
Na Itália, quando soarem os sinos à meia-noite, todo mundo atirará pelas janelas as panelas velhas e os vasos rachados.
Óptimo! O meu ímpeto, modesto mas sincero, foi atirar-me eu próprio pela janela, tendo apenas no bolso, à guisa de explicação para as autoridades, um recorte do referido despacho. Mas seria levar muito longe uma simples metáfora, aliás praticamente irrealizável, porque resido num andar térreo. E, por outro lado, metáforas, a gente não faz para a Polícia, que só quer saber de coisas concretas. Metáforas são para aproveitar em versos...
Atirei-me, pois, metaforicamente, pela janela do tricentésimo-sexagésimo-quinto andar do ano passado.

Morri? Não. Ressuscitei. Que isto da passagem de um ano para outro é um corriqueiro fenómeno de morte e ressurreição - morte do ano velho e sua ressurreição como ano novo, morte da nossa vida velha para uma vida nova.” Mário Quintana

B.

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Trees, Birds,Cards, Friends & Love


Quantas cartas, postais, bilhetes escreveram estes dias?
Estamos sempre a tempo!


Boas Festas para tod@as

Kisses & Hugs


B.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

E quando temos que dar más noticias...

A vida (do latim vita) é um conceito muito amplo e admite diversas definições. Pode-se referir ao processo em curso do qual os seres vivos são uma parte; ao espaço de tempo entre a concepção e a morte de um organismo; a condição de uma entidade que nasceu e ainda não morreu; e aquilo que faz com que um ser vivo esteja vivo. Metafisicamente, a vida é um processo contínuo de relacionamentos in Wikipédia


Mais um dia rico em partilhas...se é bom fazer sorrir as pessoas, hoje, para além dessa tarefa tive que ajudar a dar uma péssima notícia.A morte, a tal única certeza da vida é sempre tão difícil de anunciar...

R.i.p. X

B.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Simplicidade das Pessoas

Já é uma das minhas tarefas habituais nesta época e cada vez mais admiro a simplicidade e pureza das Pessoas com quem me vou cruzando e trocando momentos. Sei que estes momentos (que faço questão tornar longos para perceber toda a envolvência) são apenas isso, momentos, num ano inteiro de 365 dias. Mas é tão pacificador entrar cada porta (independentemente de cada espaço ou tipo de casa) e rir ou fazer sorrir ou conseguir entrar o portão ou simplesmente conseguir ouvir palavra, de bocas semi-cerradas perante doenças, tragédias, estórias, escolhas, consumos ou simplesmente destinos. São estes momentos que me dão mais força para lidar com ex-chefe que mantém a postura de chefe e da sua matilha, e outras/os parecidas/os, enfim não há paciência para falta de humildade e excesso de prepotência.
Gosto deste tipo de Pessoas, que transformam o nada em tudo ou simplesmente no que é necessário para o dia-a-dia. Gosto destas Pessoas Pessoas, gosto de lugares, destes lugares tão próximos e tão longe. Gosto de coisas difíceis e em vias de extinção, as Pessoas Pessoas são raras mas existem.

B.

sábado, 30 de novembro de 2013

A caminho de... (ainda ando à procura no(s) mapa(s) )

gosto de borboletas sim/também gosto de saltitar/de pegar na máquina ou em mim, ou em nós e andar por ai/gosto de tudo/às vezes de nada/complico e exijo/não simplifico/corro atrás de ti/ atrás de disto e daquilo e de outra coisa que descobri também gostar/busco a perfeição/ a evolução/ a aprendizagem/ sou uma eterna aprendiz/sem raiz só na terra, mas também no ar e no mar/talvez principalmente nos sonhos/procuro/perco-me em tanto tema/música, música, música, teatro, desporto, teatro, desporto,outro desporto, criar, livros, outros livros, voltar a estudar, novamente a estudar/às vezes perco-me e canso-me/deixei a bússola e o relógio de sol/ penso, volto a pensar/ enfim , uma canseira/agradável, curiosa, romântica, aprendiz e pronto um pouco louca/uma verdadeira caçadora de borboletas/daquelas de dia e de noite/ou também dos seus primos pirilampos/ou de todos os outros bichos, principalmente os não domésticos/bom desses, um Mr. B. já babou a minha cozinha e colocou o seu focinho na minha almofada/e lá está/já viajo noutros temas, noutros mundos, noutras vontades/ir é sempre o caminho, principalmente para descobrir/pois, ok, planeta terra chama para se optar/vou escolher em breve/sim/ e focar-me/pelos menos por agora, preciso/love you!


B.

Darling...

B.

domingo, 24 de novembro de 2013

Detesto Despedidas

Vou pedir ajuda ao coelho branco da Alice/detesto despedidas/começo a perder a paciência/queria estar simplesmente contigo/sem tempos ou espaços contados/mas principalmente sem tempo para despedidas/adoro envolver-te nas minhas asas/ guardar-te o sono/preparar um pequeno almoço fantástico/sentir-te respirar/encontrar um ritmo em uníssono e perder-me em ti/quero estar ao teu lado, sempre/espero que este tempo passe bem depressa/detesto despedidas.

B.

sábado, 23 de novembro de 2013

Espero-te

Quero tanto abraçar-te/estas ausências marcam descaradamente o meu tempo/detesto estar sem te sentir/o olhar parece em morte lenta/preciso do fôlego da presença/vem, vem rápido/a lareira está acesa/os copos em cima da mesa/há figos, nozes e a manta está pronta/hoje, vou ter-te de novo aqui/

B.

sábado, 16 de novembro de 2013

Modo: Entrada em Hibernação

O horizonte marca o tempo/ esta noite caíram delicadamente sobre a montanha/ os primeiro flocos de neve/vivemos uma época de desaconchego/não tem sido fácil/quem sabe se apanhar um avião/ ajudava a perder ou a encontrar/gosto do cheiro do rio/a cidade longe/vai em breve ser a casa/não olhes para trás/corre na floresta e colhe cogumelos/que delicada luz te toca o rosto/ a sobrevivência também implica reduzir as funções vitais/estou sem paciência para esta sonolência/ ainda espreita o sol a lagartixa/ letárgica/guarda tantas sabedorias/ a pele velha da idade/é bom conversar ao teu lado/continuar/porque não é suficiente para mim/ a brisa fria relembra/como que a enquistar/que os sonhos não se podem perder/guarda-os/não demores/faz e sorri/sabe bem/quase perfeito/o abraço ficou a meio/temos direito/aos trilhos/com flores/histórias de sempre/neste momento/só parece possível o modo de hibernação/a festa virá depois/ ao virar de página/

B.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Quando ficamos como assim (José Luís Peixoto)

"Quando ficamos como assim, a ouvirmo-nos e a falarmo-nos, somos capazes de descobrir muito mais do que todos eles, obedientes e assustados.
Como aqui, assim, estas palavras a levarem esta voz fazem-nos saber que estamos juntos, mesmo quando não há uma sala com estas paredes e só conseguimos duvidar e duvidar desta verdade.
Estamos juntos, mesmo quando nos separarmos pelas ruas e, dentro de nós, somos um exército de segredos, mesmo quando nos escondermos do mundo que desejamos e que desejamos indescontroladamente, desincomparavelmente, como um silêncio que mente e mente e não mente.
Estamos juntos no silêncio, apesar desta voz carregada por estas palavras, apesar das formas todas dos nossos corpos e dos desenhos que somos capazes de fazer com o olhar. As nossas mãos procuram-se à noite, dentro das luzes apagadas. As nossas mãos, nossas, encontram-se agora e são invisíveis. Sabemos que os nossos dedos tocaram outros dedos, tocaram nomes e cordas de guitarra. Sabemos quem somos. Somos muitos e sabemo-nos reconhecer. Assim, como aqui, esperamos a madrugada, sabendo que fomos nós, juntos, que a construímos. Esperamos muito mais do que a madrugada.
Temos a força de para sempre, aprendermos a renúncia de nunca mais. A disciplina está enterrada naquilo que não é medo, é força, e que nos protege, que nos protege de nós próprios. Esta voz, se eles conseguirem entender esta voz, mudaremos de língua. Esta voz é esta sala. Esta voz são os caminhos que fizemos à margem das cidades e de argumentos razoáveis. As palavras são pedras. As certezas perseguiram-nos e abrandamos para que nos alcançassem.
Agora, controlamos pontes e quotidianos. Agora, esta voz dirige-se ao teu rosto.
Nada nos é impossível. Nem mesmo o impossível nos é impossível. Explicamo-nos uns aos outros e, sem que ninguém nos perturbe, encontramo-nos sempre como agora, aqui, assim, como agora, aqui, assim." José Luis Peixoto In Gaveta de Papéis


B.

domingo, 8 de setembro de 2013

A Árvore... e Para onde... ( Cotrim & Keil; Martins & Matoso)

"Sou um árvore. Tenho raízes no coração da terra e ramos que fazem cócegas nas nuvens...Sou apenas uma árvore no fundo do quintal, mas sei que com os olhos se vai longe. Desde que estejam, abertos, bem abertos." In A Árvore que dava olhos, Cotrim & Keil


“…Felizmente (ou infelizmente sei lá) não somos os únicos a desaparecer.
Com todas as outras coisas do mundo, acontece o mesmo.
O sol, as nuvens, as folhas e até as férias
Estão sempre
A começar e a acabar,

A aparecer e a desaparecer.” In Para Onde vamos quando Desaparecemos?, Martins & Matoso


B.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Por caminhos...

“O que é que torna tão difícil às vezes decidirmos para onde vamos caminhar? (…) Não nos é indiferente para onde caminhamos, pois existe um caminho certo; mas devido ao nosso descuido e por vezes à nossa estupidez, assumimos na maior parte das vezes o pior caminho. Gostaríamos de fazer aquela caminhada, jamais feita por nós neste mundo real, que é perfeitamente simbólica da trilha que adoramos seguir no mundo interior e ideal; e, às vezes, sem dúvida, achamos difícil escolher a nossa direcção, porque ela não existe ainda distintamente no nosso pensamento” Thoreau in A Caminhada




B.